Nessum Dorma Opera Turandot
A ação se desenvolve na China, na Cidade Imperial de Pequim. Turandot, a filha cruel e orgulhosa do imperador, recusava sempre qualquer pedido de casamento. Por causa das insistências do velho imperador, ela emanou um decreto em que declarava que, a cada príncipe que se apresentasse para pedir a sua mão, ela iria propor três enigmas. Se este conseguisse explicá-los se tornaria seu esposo; mas em caso contrário seria condenado a morte. Apesar desta terrível condição, os príncipes continuaram a apresentar-se, atraídos pela beleza de Turandot, e por ela enfrentavam a cruel pena. Muitos chegaram e todos foram mortos, pois ninguém conseguia desvendar os enigmas. Um dia apresentou-se um belíssimo cavaleiro que declarou de ser um príncipe de nobre estirpe, mas não quis dizer seu nome. Ele veio para enfrentar a prova fatal. Foi introduzido num imenso salão onde Turandot estava sentada num altíssimo trono em todo o esplendor da sua beleza. A princesa apresentou ao desconhecido os três enigmas e, com maravilha de todos os presentes, ele os explicou um depois do outro sem hesitação. A soberba mulher ficou humilhada pela derrota e o jovem, tendo pena dela, disse que se ela conseguisse saber o seu nome até a manha seguinte, a libertaria dá promessa de casar com ele. A este ponto o Príncipe canta esta belíssima ária. Mas durante a noite Turandot, com a cumplicidade de uma dama de corte, descobriu que tratava-se do príncipe Calaf, filho do Rei Timur. No dia seguinte, na presença de todos os dignitários, revelou o nome do estrangeiro, mas depois, considerando que na realidade já se sentia atraída por ele, e vendo no seu rosto uma angústia profunda, tendeu a mão ao príncipe e aceitou o casamento. A cerimônia foi celebrada em poucos dias de forma grandiosa, e o casal foi feliz pelo resto da vida.
Segue a musica em Italiano
Nessun dorma.
Nessun dorma.
Tu pure, oh Principessa,
nella tua fredda stanza
guardi le stelle che tremano
d'amore e di speranza.
Ma il mio mistero è chiuso in me,
il nome mio nessun saprà.
No, no, sulla tua bocca lo dirò,
quando la luce splenderà
ed il mio bacio scioglierà
il silenzio che ti fa mia.
Il nome suo nessun saprà.
E noi dovrem, ahimè, morir, morir.
Dilegua, oh notte.
Tramontate, stelle.
Tramontate, stelle.
All'alba vincerò.
Vincerò.
Vincerò!
e traduzido
Ninguém durma.
Ninguém durma.
Tu também, oh Princesa,
no teu quarto frio
olhas as estrelas que tremem
de amor e de esperança.
Mas o meu mistério é fechado em mim,
o meu nome ninguém saberá.
Não, não, na tua boca o direi,
quando a luz resplenderá
e o meu beijo derreterá
o silencio que te faz minha.
O seu nome ninguém saberá.
E nós teremos, ai de nós, morrer, morrer.
Desaparece, oh noite.
Ponham-se, estrelas.
Ponham-se, estrelas.
Ao alvorecer vencerei.
Vencerei.
Vencerei!
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